segunda-feira, 11 de março de 2013
Microscópio virtual - célula
http://tecnologia.iat.educacao.ba.gov.br/sites/default/files/flash/objeto_microscopio_virtual2.swf
quarta-feira, 6 de março de 2013
Por quê, afinal, girafas têm pescoço longo?
Vamos transportá-lo de volta para as aulas de biologia do Ensino Médio. Se você prestou atenção às aulas sobre teorias evolutivas, o duelo entre as ideias de Lamarck e Darwin, talvez se lebre que o exemplo mais recorrente era sobre o pescoço das girafas. Lamarck dizia que, no passado, todas as girafas tinham pescoço curto, e ele foi esticando ao longo dos milhões de anos devido à necessidade de alcançar folhas nas árvores altas para comer. Darwin, por sua vez, acreditava que existiram, desde o princípio, girafas de pescoço longo e outras nem tanto, e houve uma seleção natural que acabou eliminando as girafas “baixinhas” com o tempo, incapacitadas de alcançar folhas altas. Assim só as de pescoço longo se adaptaram, e puderam sobreviver.
Mas um estudo da Universidade de Pretória, África do Sul, está chegando à conclusão que o fato de haver pescoços mais ou menos longos em girafas não está relacionado com a altura das folhas nas árvores. O motivo, segundo eles, é devido ao sexo.
Isso mesmo: para fins de acasalamento e necessidade de atrair as fêmeas é que as girafas têm a necessidade de pescoço longo. Já se sabe que os machos disputam as fêmeas através de brigas com “pescoçadas”. Aqueles que têm pescoço mais longo levam vantagem e geralmente vencem, porque a cabeça funciona como um aríete, e a vantagem no comprimento é convertida em potência nos golpes. Assim, as fêmeas preferem os vencedores desses duelos de pescoço.
Uma girafa tem entre 4,5m e 5m de altura, e dois desses metros são apenas de pescoço. Assim, o Cérbero da girafa fica cerca de dois metros do coração, razão pela qual ela precisa ter um fortíssimo sistema para bombear sangue. Além disso, a maioria das espécies de girafas não perde tempo procurando folhas em árvores altas, as de árvores médias já as satisfazem. Assim, a teoria de que o comprimento do pescoço é fruto da procura por árvores altas sofre um abalo – ponto para a nova teoria do acasalamento que mostra outra face da teoria darwiniana: a seleção sexual. [New Scientist]
segunda-feira, 4 de março de 2013
Conheça a mulher que ficou com pernas gigantes após picada de mosquito
A elefantíase ou filariose linfática é uma condição causada pela obstrução dos vasos linfáticos, que causa inchaço nos membros.
O sistema linfático é responsável pela eliminação de bactérias e resíduos dos tecidos. Através de uma fina rede de vasos é transportado um fluido, conhecido como linfa, até os nódulos linfáticos, onde é purificado. Quando o sistema é comprometido, a linfa não é filtrada e acaba acumulando no organismo, o que causa o inchaço.
A filaroise linfática é causada, principalmente, pela picada de insetos hematófagos (que se alimentam de sangue) que estão contaminados com larvas parasitárias, denominadas microfilárias. As mais comuns são as espécies Wuchereria bancrofti e Brugia malayi. Quando o inseto contaminado pica uma pessoa, ele transmite a larva para o organismo e ela se aloja nos vasos linfáticos, principalmente nas pernas e braços, obstruindo-os.
Estima-se que 200 milhões de pessoas no mundo sofram da filariose, tendo sido causada, principalmente, por picada de mosquito, como se acredita que tenha acontecido no caso de Sophia Loots, de 42 anos, moradora da Cidade do Cabo, na África.
Sophia teve um aumento de cerca de 63kg em cada perna, mas teve vergonha de ir à um hospital para receber um diagnóstico do problema, pois acreditava que teria engordado devido a sua alimentação.
Após um apelo público para salvar sua vida, ela foi diagnosticada com filariose linfática, causada pela picada de um mosquito, colocada em uma dieta radical, que a fez perder cerca de 23kg em 25 dias, o suficiente para poder fazer uma cirurgia. Sendo transportada em um colchão, na parte de trás de um van, foi levada para Joanesburgo, onde o Dr. Dirk le Roux comandou a drenagem linfática nas pernas e remoção do excesso de pele.
Depois da cirurgia, Sophia que estava com 127kg foi a um nutricionista e começou uma dieta que a fez perder cerca de 9,5kg no mês. "Tomar meus primeiros passos em cinco anos foi muito emocionante", relata Sophia
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